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terça-feira, 19 de abril de 2011

MOBILIZAÇÃO DE COMBATE A DENGUE “O 1º CARNADENGUE”

A SECRETÁRIA MUNICIPAL DE SAÚDE DE IELMO MARINHO PROMOVERÁ EM NOSSA CIDADE UMA MOBILIZAÇÃO DE COMBATE E PREVENÇÃO A DENGUE – “O 1º CARNADENGUE” – EVENTO QUE REUNI ESCOLAS, SECRETARIAS, MOVIMENTOS E TODA POPULAÇÃO QUE TAMBÉM ESTÁ CONVIDADA A FAZER PARTE DESSA TÃO NECESSÁRIA MOBILIZAÇÃO.

O CARNADENGUE ACONTECERÁ NO DIA 05 DE MAIO DE 2011 A PARTIR DAS 09HS DA MANHÃ, COM SAÍDA DE FRENTE A E. M. JESSÉ PINTO FREIRE EM CAMINHADA PELAS RUAS DE NOSSA CIDADE.

VENHA FAZER PARTE VOCÊ TAMBÉM DESSA LUTA QUE NÃO É SÓ NOSSA É DE TODOS.

NÃO DEIXE O MOSQUITO DA DENGUE INVADIR A SUA CASA.

DENGUE, SE VOCÊ AGIR, PODEMOS EVITAR.


acesse esse link veja a programação:  http://www.combatadengue.com.br/agenda/ 

PREFEITURA ESTÁ APOIANDO CAMPANHA CONTRA O CALAZAR

A Prefeitura Municipal de Ielmo Marinho na pessoa do senhor Prefeito Germano Jácome Patriota está apoiando a campanha contra calazar no município disponibilizando o material de alto custo (anestésico e sedativo), para o sacrificio sem dor, dos cães positivios para calazar de acordo com as regras do bem - estar animal.
        
Na localidade de Lagoa de Umari  até o momento foram constatados 18 cães com Leismaniose Visceral, os exames que constam a positividade foram realizados no LACEN/RN, pedimos a compreensão e autorização dos proprietários dos cães reagentes para o sacrifício dos mesmo, pois não há tratamento especifico para eles.
                     
 A leishmaniose ou calazar é uma doença causada por um protozoário (microorganismo) denominado Leishmania. Em algumas regiões também é conhecida por "doença de Bauru". Ela acomete cães, canídeos (lobos), roedores silvestres e o homem. Raramente os gatos são afetados. A transmissão ocorre através da picada de insetos específicos (Lutzomyia longipalpis) conhecidos no Brasil como mosquito-palha, birigüi e outros, se desenvolve em ambientes terrestre úmidos e ricos em materia orgânica e de baixa incidência luminosa, podendo ser encontrados tanto no peridomicílio, em galinheiros, chiqueiros, canis, entre outros, como no intradomicilio.
                  
Ciclo de transmissão

Galineiro
A leishmaniose apresenta-se no cão com sinais de emagrecimento progressivo, aumento do baço e fígado, crescimento exagerado das unhas e ferimentos na pele que nunca cicatrizam. Nem sempre todos esses sintomas estão presentes, e o animal pode ter leishmaniose sem manifestar sinal algum. Doenças de pele como a sarna negra podem ser confundidas com a forma cutânea do calazar. Por isso, apenas com exames laboratoriais é possível diagnosticar a leishmaniose. Somente o exame clínico pode levar a afirmações precipitadas.
Animal com Leishmaniose visceral
       
 No ser humano, a leishmaniose apresenta diversas manifestações (na pele ou orgãos). Se diagnosticada a tempo, pode ser tratada com grandes chances de recuperação para o paciente, alertamos a população das areas endêmicas que procurem o posto de saúde mais próximo ao apresentarem os seguintes sintomas: febre, dores abominais ,Mal Estar, sonolência, apatia, emagrecimento, inapetência e edema de membros inferiores.
Nesta campanha temos uma equipe formada pelo Coordenador de Endemias Damião da Costa Freire, o Agente de endemias José Carlos Paulino, a Médica Veterinária Coordenadora da Vigilância Epidemiologica do Município Leisa Uchoa de Castro e também contamos com a presença do Médico Veterinário Dr. Euclides Leandro com experiência de 30 anos em eutanásia.

Agente de Endemias José Carlos Paulino

Médica Veterinária Dr. Leisa Uchoa de Castro

quinta-feira, 7 de abril de 2011

SETOR DE ENDEMIAS DO MUNICÍPIO DE IELMO MARINHO INVESTINDO EM QUALIDADE E BUSCANDO SATISFAÇÃO!


O Setor de Endemias que é ligado a Secretaria Municipal de Saúde de Ielmo Marinho entregou na manhã de hoje – dia 07 de Abril de 2011 – uma gama de materiais e fardamentos.

Os agentes de endemias de Ielmo Marinho, que antes eram identificados pela calça azul e a camiseta cinza, agora estão de visual novo. Todos eles receberam um novo fardamento de cor azul. Secretário de Saúde do Município Renato Alves Bezerra e o Secretário de Administração e Finanças Antônio Severiano da Câmara Neto  entregaram a, cada um, um kit com duas calças, duas camisas, um boné e um par de botas e uma bolsa de lona para guardar todo o montante do material que foi recebido. “A questão não é cuidar só da aparência. A questão é cuidar bem daqueles que tanto trabalham para evitar com que a nossa população adoeça”, afirma o Secretário de Saúde.

Atualmente, os agentes de endemias ielmomarienses estão intensificando os trabalhos de combate a dengue, por causa do período chuvoso, propício para a proliferação do mosquito Aedes Aegypti .. “ necessidade de todo mundo fazer sua parte, os agentes visitam as casas fazendo a prevenção,” explica o secretário Renato Alves Bezerra.  Monitoramento de imóveis fechados também estão sendo feito, assim como um trabalho educativo com faixas, cartazes e palestras.
“O nosso governo sempre se preocupou em evitar antes que as pessoas adoeçam, o que representa um menor gasto para os cofres públicos. Mas é importante saber que se alguém adoece, a nossa equipe está preparada para atender com toda dignidade”, lembra o Secretário Municipal de Administração e Finanças .






quarta-feira, 6 de abril de 2011

IELMO MARINHO FAZ ACONTECER: INÍCIO DAS AÇÕES DE PREVENÇÃO E COMBATE A DENGUE (PALESTRAS, OFICINAS, DISCUSSÕES)

O município de Ielmo marinho põe em prática suas ações de estratégia de combate a dengue. Como citado em matérias anteriores neste blog, a Coordenação de Endemias junto à secretaria municipal de saúde e a secretaria municipal de educação montou palestras direcionadas ao combate desse vetor.

A iniciativa deu muito certo. A primeira escola a ser contemplada com as atividades foi a E. M. Senador Jessé Pinto Freire, localizada na sede do município.

As palestras e oficinas foram feitas de forma prática e interativa visando o aprendizado rápido de cada aluno.

As citadas palestras foram ministradas por integrantes da Coordenação de Endemias (Giuliano Silva Pessoa e Damião da Costa Freire) e por outros ligados a secretaria de saúde (Danielle Maria de Araújo) e ao centro de saúde da localidade (Enfª Myrna Marques Lopes) e tinham como conteúdo:

- o que é dengue?
- ciclo de vida do vetor;
- modos de prevenção;
- explanação de sintomas da doença;
- diferenças entre dengue clássica e hemorrágica;
- oficina sobre montagem de armadilhas;
- exibição de vídeo cedido pela FIOCRUZ;
- além de QUIZ, com perguntas dos alunos.

Abaixo, segue as fotos tiradas nos dias 05 e 06 de Abril de 2011:





























sexta-feira, 1 de abril de 2011

AÇÕES ESTRATÉGICAS DE EDUCAÇÃO EM SAÚDE NAS ESCOLAS VISANDO O COMBATE A DENGUE

          A Secretaria Municipal de Saúde do município de Ielmo Marinho e a Coordenação do Setor de Endemias dentro de suas atribuições de concretização de ações estratégicas de combate a dengue começam a agir.
          Planos de ações educativas junto aos alunos das escolas, tanto da rede pública quanto da rede privada, de todo o município, começarão a ser colocadas em prática na próxima semana começando na próxima terça-feira dia 05 de Abril.
          As ações a serem realizadas abrangem palestras, atividades, dinâmicas e distribuição de material educativo entre os alunos, para que, com isso, eles possam repassar esse estilo de educação em saúde (aparato de informações de prevenção e vigilância em saúde) para as outros componentes de suas famílias ou de suas comunidades para assim combatermos a dengue, que é uma das metas a serem alcançadas pela secretaria de saúde do município, disse o secretário de saúde Renato Alves.
          A escola também tem um papel fundamental nessa guerra contra o mosquito da dengue, tendo em vista que, algumas aulas integradas nos horários de aula são direcionadas para a explanação de formas de combate a dengue expressas pelos alunos em diversos tipos de atividades.
          Diante toda essa iniciativa fica o convite para a abertura do projeto de ações contra a dengue do Município de Ielmo marinho/RN que acontecerá na proxima terça-feira dia 05 de Abril as 09:00hs da manhã na Escola Municipal Senador Jessé Pinto Freire, localizada na sede do município.

quarta-feira, 30 de março de 2011

Secretaria Estadual de Saúde divulga novos números da Dengue

A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), por meio do Programa de Controle da Dengue, divulgou, nesta terça-feira (29), o mais recente boletim epidemiológico da dengue no RN. Desde o início do ano até o último dia 26 de março, o RN contabiliza um total de 5.222 casos notificados, dos quais 932 foram confirmados.

O município com maior número de notificações foi Natal (818), seguido de Mossoró (686), Pau dos Ferros (298), João Câmara (220) e Parnamirim (204). O Programa Estadual de Controle da Dengue alerta para a importância de que todos participem no processo de combate à doença, por meio de medidas como evitar água parada, caixas d’água destampadas e acúmulo de lixo, fatores que propiciam a propagação do mosquito Aedes Aegypti.

terça-feira, 29 de março de 2011

VACINAÇÃO ANTIRRÁBICA ANIMAL 2011

MINISTÉRIO DA SAÚDE
SECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE
DEPARTAMENTO DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA
Esplanada dos Ministérios, Edifício Sede,
1º andar, Ala Norte - CEP 70.058-900
(61) 3213-8160 / 3213-8095

NOTA TÉCNICA N.º 15/2011 – UVR/CGDT/DEVEP/SVS/MS
Assunto: Vacinação antirrábica animal – 2011
1. Em 2010, o Ministério da Saúde (MS) utilizou, pela primeira vez em todo o
território nacional, vacina antirrábica animal de cultivo celular, produto de maior
imunogenicidade que o anteriormente utilizado. Para atendimento à demanda, foram
adquiridas 30.900.000 de doses do Instituto de Tecnologia do Paraná (TECPAR) para a
realização da campanha de vacinação, bloqueios de foco e vacinação de rotina até abril de
2011. A vacina fornecida foi produzida pelo laboratório Biovet®. Com o início da
campanha em agosto de 2010, foram relatados eventos adversos temporalmente associados
à vacina antirrábica, inicialmente nos estados do RJ e SP. A partir dos primeiros casos, o
Ministério da Saúde desenvolveu um sistema de monitoramento, com formulário eletrônico
para notificação dos eventos.
2. Resultados insatisfatórios de exames laboratoriais de algumas amostras da vacina,
associados às análises epidemiológicas realizadas pela SVS, levaram o MS a suspender a
vacinação em todo o país. Por fim, o laboratório responsável pelo fornecimento da vacina
comprometeu-se com o recolhimento dos lotes ainda em posse das Secretarias Estaduais de
Saúde (SES) e MS e posterior reposição desse quantitativo (18.700.000 doses).
3. Com o objetivo de evitar o desabastecimento do imunobiológico, o Ministério da
Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) realizou um levantamento da
Unidade Técnica de Zoonoses Vetoriais e Raiva
disponibilidade de vacinas no mercado nacional e internacional, identificando entre 1,5 a
2,5 milhões de doses que ainda necessitavam de avaliação de controle de qualidade e
500.000 doses com possibilidade de aquisição imediata no mercado nacional, quantitativo
insuficiente para prosseguimento da vacinação ou atendimento a áreas de risco.
4. Neste sentido, foi acordado que o TECPAR faria a importação imediata de
3.000.000 de doses, com entrega prevista para os meses de fevereiro e março de 2011. Este
quantitativo se destina exclusivamente à realização de bloqueio de foco em cão, gato,
morcego em área urbana e áreas de risco definidas pelo MS, até que o fornecimento regular
da vacina seja completamente restabelecido.
5. Em relação à vacinação nacional de 2011, o TECPAR será o laboratório responsável
pela produção e fornecimento do imunobiológico. O cronograma de produção e distribuição
do laboratório (32.000.000 de doses, em quatro partidas), prevê início de entregas ao MS
em 27/05/2011. Considerando o cronograma de fornecimento do imunobiológico, a
avaliação da situação epidemiológica das UFs, coberturas vacinais em 2010 e o calendário
do Programa Nacional de Imunizações, foram definidas duas etapas de vacinação,
conforme descrição a seguir:
· 1ª etapa:
o AL, CE, MA, PE, PI, SE, RN e MT
o Entrega da vacina MS para SES: a partir de 27/05/2011
o Período de realização da campanha: julho/2011

· 2ª etapa:
o AC, AM, AP, PA, RO, RR, TO, GO, MS, DF, PB, BA, SP, RJ, MG, ES e
PR

o Entrega da vacina MS para SES: a partir de 22/07/2011
o Período de realização da campanha: setembro/2011
6. A estimativa populacional animal e doses de vacina antirrábica prevista por unidade
federada encontram-se no anexo 1.

7. Será mantido o sistema de monitoramento de eventos adversos adotado em 2010,
com notificação em formulário eletrônico. O Ministério da Saúde ajustará as definições e
classificações de eventos adversos a serem utilizadas para fim das notificações.
8. Devido às baixas coberturas vacinais alcançadas em 2010, em virtude da suspensão
da campanha, faz-se necessário a intensificação das ações de vigilância e atenção:
· Monitorar regularmente o banco de atendimento antirrábico humano no Sinan;
· Executar o monitoramento de circulação viral, com o envio de 0,2% da população
canina estimada para diagnóstico laboratorial da raiva;
· Intensificar as ações de educação em saúde visando reduzir as agressões por
animais;
· Em caso de agressão por cães, gatos ou outros animais, lavar o ferimento com água
e sabão, procurar imediatamente assistência médica e entrar em contato com as
autoridades de saúde locais;
· Intensificar a capacitação de profissionais de saúde sobre a indicação adequada dos
esquemas de profilaxia.
9. Para informações adicionais, contatar o grupo técnico, por meio do telefone (61)
3213-8175 / 8152 ou pelo e-mail: raiva@saude.gov.br
Brasília, 23 de março de 2011.

Unidade Técnica de Zoonoses Vetoriais e Raiva
7. Será mantido o sistema de monitoramento de eventos adversos adotado em 2010,
com notificação em formulário eletrônico. O Ministério da Saúde ajustará as definições e
classificações de eventos adversos a serem utilizadas para fim das notificações.
8. Devido às baixas coberturas vacinais alcançadas em 2010, em virtude da suspensão
da campanha, faz-se necessário a intensificação das ações de vigilância e atenção:
· Monitorar regularmente o banco de atendimento antirrábico humano no Sinan;
· Executar o monitoramento de circulação viral, com o envio de 0,2% da população
canina estimada para diagnóstico laboratorial da raiva;
· Intensificar as ações de educação em saúde visando reduzir as agressões por
animais;
· Em caso de agressão por cães, gatos ou outros animais, lavar o ferimento com água
e sabão, procurar imediatamente assistência médica e entrar em contato com as
autoridades de saúde locais;
· Intensificar a capacitação de profissionais de saúde sobre a indicação adequada dos
esquemas de profilaxia.
9. Para informações adicionais, contatar o grupo técnico, por meio do telefone (61)
3213-8175 / 8152 ou pelo e-mail: raiva@saude.gov.br
Brasília, 23 de março de 2011.

Unidade Técnica de Zoonoses Vetoriais e Raiva
Anexo1 – Estimativa de população animal e doses de vacina prevista por unidade federada
para campanha nacional de vacinação antirrábica animal. Brasil, 2011:

         UF   Estimativa de cães e gatos        Doses de vacinas previstas

  • MA      1.110.443                                        1.221.487
  • PI           613.591                                            674.950
  • CE      1.635.543                                          1.799.097
  • RN        681.290                                             749.419
  • PE      1.414.955                                          1.556.451
  • AL        525.461                                              578.007
  • SE        319.472                                               351.419
  • MT       629.718                                              692.690

Sub total 1ª etapa 6.930.473                                  7.623.520


  • PB       689.192                                                758.111
  • BA    2.086.100                                             2.294.710
  • RO       533.076                                                586.384
  • AC       129.090                                                141.999
  • AM      518.278                                                570.106
  • RR         52.550                                                  57.805
  • AP         93.982                                                103.380
  • PA    1.454.325                                             1.599.758
  • TO       274.887                                                302.376
  • ES        586.505                                                645.156
  • RJ      2.701.564                                             2.971.720
  • MG    3.034.722                                             3.338.194
  • SP      7.860.404                                            8.646.444
  • PR        152.086                                                167.295
  • MS       613.907                                                675.298
  • GO    1.213.873                                             1.335.260
  • DF        152.086                                                167.295

Sub total 2ª etapa 22.146.627                                  24.361.291
Total 29.077.100                                                     31.984.811



 Portaria disponível no link :http://portal.saude.gov.br/portal/saude/profissional/area.cfm?id_area=1567

III FÓRUM DAS COMISSÕES NACIONAL E REGIONAIS DE SAÚDE PÚBLICA DO SISTEMA CFMV/CRMV's

A esquerda da foto a Drª Médica Veterinária, Coordª da Comissão Regional de Saúde Pública Veterinária do Rn e Coodª de Vigilância Epidemiológica Animal do Município de Ielmo Marinho. 

Participantes do III Fórum das Comissões Nacional e Regionais de Saúde Pública do Sistema CFMV/CRMV’s em Brasília/DF 

Mesa diretora responsável pela elaboração e organização do evento, tendo como foco o planejamento de estratégias relacionadas à saúde pública do nosso país.


A Coordenadora de Vigilância Epidemiológica Animal do Município de Ielmo Marinho Leisa Uchoa de Castro representou o Estado do Rio Grande do Norte no fórum título da reportagem, para fins de elaboração e articulação de estratégias voltadas à promoção da saúde pública visando à inserção da Assistência Médica Veterinária, bem como o Médico Veterinário, ao NASF – Núcleo de Apoio à Saúde da Família.
O evento ocorreu em Brasília/DF nos dias 23 e 24 de Março do corrente ano com representantes de todos os estados do Brasil.
Durante os dias do evento os participantes participaram de seminários e palestras ministradas por moderadores de Regionais e Comissões voltadas a expor avanços, novas experiências e expectativas sobre os eixos temáticos previamente selecionados que foram:
- Formação acadêmica na área da saúde pública;
- Atuação articulada das comissões de saúde pública dos CRVMs e;
- Ações estratégicas junto ao gestor público para inserção do médico veterinário no NASF e no controle social.
Em umas das oportunidades de exposição Drª Leisa Uchoa de Castro comprometeu-se junto ao Estado e a Comissão, que realizaria com responsabilidade e compromisso seu trabalho vista a realidade dos municípios.
Em entrevista ao blog Drª Leisa: “Como nossa comissão foi formada a pouco tempo me propus a levar adiante toda a experiência e propostas adquiridas neste encontro para o avanço da saúde pública veterinária, porém, agindo de acordo com a nossa realidade, do nosso Estado”.

Sorotipo 4 não circula no Estado


Na manhã desta segunda-feira (28) circularam boatos na Internet de que uma pessoa, moradora de Nova Parnamirim, teria morrido neste último final de semana de dengue tipo 4.

A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) esclarece que o sorotipo DEN4 ainda não foi isolado no Rio Grande do Norte. A paciente citada tinha 43 anos, foi atendida no Pronto Socorro Clóvis Sarinho do Hospital Walfredo Gurgel e faleceu na sexta-feira (25). Na declaração de óbito não consta a dengue como causa da morte e sim complicações renais.

De acordo com Kristiane Fialho, do Programa Estadual de Combate a Dengue, a notificação do óbito foi encaminhada à Secretaria de Saúde do município de Parnamirim para que seja feita a investigação do caso.
Sesap/RN

Leishmaniose visceral


O cachorro é o principal reservatório da leishmaniose visceral nas cidades
A leishmaniose visceral, também conhecida como calazar, esplenomegalia tropical e febre dundun, é uma doença causada pelo protozoário tripanossomatídeo Leishmania chagasi. É transmitida por vetoresda espécie Lutzomia longipalpis e L. cruzi; mosquitos de tamanho diminuto e de cor clara, que vivem em ambientes escuros, úmidos e com acúmulo de lixo orgânico (ex.: galinheiros). Suas fêmeas se alimentam de sangue, preferencialmente ao fim da tarde, para o desenvolvimento de seus ovos. 

Pessoas e outros animais infectados são considerados reservatórios da doença, uma vez que o mosquito, ao sugar o sangue destes, pode transmiti-lo a outros indivíduos ao picá-los. Em região rural e de mata, os roedores e raposas são os principais; no ambiente urbano, os cães fazem esse papel. Quanto a este fato, podemos entendê-lo ao considerarmos a proximidade que estes animais têm com a nossa espécie e que nem todos, quando infectados, apresentam os sinais da doença (emagrecimento, perda de pelos e lesões na pele). 

Indivíduos humanos apresentam febre de longa duração, fraqueza, emagrecimento e palidez comosintomas. Fígado e baço podem ter seu tamanho aumentado, já que a doença acomete estes órgãos, podendo atingir também a medula óssea. O período de incubação é muito variável: entre dez dias e dois anos. 

Doença endêmica em 62 países, no Brasil são registrados cerca de 3000 casos por ano, sendo que mais de 5% destes vão a óbito, cerca de um ou dois anos após o surgimento dos sintomas: grande parte em razão da falta de tratamento. 

Para diagnóstico, exame de sangue para análise de anticorpos específicos, punção - com inoculação do material em cobaias - ou biópsia dos possíveis órgãos afetados são as principais formas de confirmar a presença do patógeno. O tratamento é feito com fármacos específicos, distribuídos pelo governo em hospitais de referência. 

Medidas de prevenção e controle ainda não foram capazes de impedir a ocorrência de novos surtos do calazar. Entretanto, usar repelentes quando estiver em região com casos de leishmaniose visceral e armazenar adequadamente o lixo orgânico (a fim de evitar a ação do mosquito), além de não utilizar agulhas utilizadas por terceiros, são medidas individuais que diminuem a probabilidade de ser contaminado. Vale ressaltar, também, que existem repelentes especiais para cães, evitando que sejam picados pelos Lutzomia.
O controle dos vetores e tratamento das pessoas doentes são outras importantes formas para evitar a leishmaniose visceral. Quanto aos cães contaminados, muitos veterinários indicam a eutanásia, sem frisar que existe tratamento para o cão, embora com ressalvas. Este não os cura, mas promove melhor qualidade e tempo de vida. No entanto, não são todos os animais que podem passar por tais procedimentos, uma vez que os fármacos utilizados são significantemente fortes, podendo colocar em risco a vida do indivíduo. Assim, o tratamento é indicado àqueles  que não alcançaram a velhice e cujo rim não se encontra comprometido; desde que o dono se responsabilize pela continudade do tratamento (caro e longo) e promoção de cuidados específicos, orientados pelo médico veterinário. Dentre tais procedimentos, dois muito importantes são a utilização semanal de inseticidas na residência, e o uso de repelentes no cão, que impedem o contato de tais animais com os mosquitos transmissores da doença. Assim, nota-se a grande e nobre responsabilidade que o dono de um cão portador de leishmaniose tem perante seu animal e a sociedade.
O MINISTÉRIO DA SAÚDE ADVERTE:

segunda-feira, 28 de março de 2011

Prevenção da Dengue



A ação mais simples para prevenção da dengue é evitar o nascimento do mosquito, já que não existem vacinas ou medicamentos que combatam a contaminação. Para isso, é preciso eliminar os lugares que eles escolhem para a reprodução.
A regra básica é não deixar a água, principalmente limpa, parada em qualquer tipo de recipiente.
Como a proliferação do mosquito da dengue é rápida, além das iniciativas governamentais, é importantíssimo que a população também colabore para interromper o ciclo de transmissão e contaminação. Para se ter uma ideia, em 45 dias de vida, um único mosquito pode contaminar até 300 pessoas.
prevenção da dengue
Ciclo de Transmissão da Dengue (Imagem: MDS)
Então, a dica é manter recipientes, como caixas d’água, barris, tambores tanques e cisternas, devidamente fechados. E não deixar água parada em locais como: vidros, potes, pratos e vasos de plantas ou flores, garrafas, latas, pneus, panelas, calhas de telhados, bandejas, bacias, drenos de escoamento, canaletas, blocos de cimento, urnas de cemitério, folhas de plantas, tocos e bambus, buracos de árvores, além de outros locais em que a água da chuva é coletada ou armazenada.
É bom lembrar que o ovo do mosquito da dengue pode sobreviver até 450 dias, mesmo se o local onde foi depositado o ovo estiver seco. Caso a área receba água novamente, o ovo ficará ativo e pode atingir a fase adulta em um espaço de tempo entre 2 e 3 dias. Por isso é importante eliminar água e lavar os recipientes com água e sabão.

Ações simples para combater a proliferação do mosquito da dengue

Prevenção da Dengue
Como eliminar as larvas e os mosquitos da dengue
Pesquisadoras da Universidade Estadual Paulista (Unesp) de São José do Rio Preto (SP) descobriram que a cafeína é fatal para o desenvolvimento da larva do Aedes aegypti. No estudo, elas verificaram que quanto maior a concentração de cafeína na água parada contida em vasos, ralos e plantas, menor o tempo de vida das larvas. De acordo com as cientistas, foi  registrada uma taxa de mortalidade de 100%. Nenhuma das larvas conseguiu chegar ao último estágio de desenvolvimento.
Resultados semelhantes foram obtidos com a borra de café. Em laboratório, quatro colheres de sopa de borra de café bloquearam o desenvolvimento de larvas mergulhadas no equivalente a um copo de água.
Em situações de epidemia de dengue, o método de combate mais usado contra a reprodução do mosquito é a aplicação de inseticidas, mas a maioria desses produtos é tóxica. Além disso, com o tempo, os mosquitos podem adquirir resistência a essas substâncias. A borra de café funciona como um inseticida natural e não faz mal para seres humanos, animais e plantas.
Outros produtos, como o sal de cozinha e a água sanitária, têm sido recomendados contra o Aedes egypti. Mas há limitações: eles não podem ser aplicados em plantas, por exemplo. A borra é um resíduo produzido diariamente na maioria das residências. Ela pode ser jogada sobre o solo dos jardins e hortas, na terra dos vasos ou dentro das bromélias. Não se deve diluí-la em água antes de aplicar.
A larva se intoxica ao ingerir extratos de borra do café. A quantidade de borra a ser utilizada depende da quantidade de água acumulada. Se o local contém o equivalente a meio copo de água de chuva ou de rega, por exemplo, duas colheres de sopa de borra bastam. A mesma quantidade de borra nova deve ser colocada a cada sete dias.

Mosquito da Dengue


dengue é transmitida para oo seres humanos através da picada do mosquito Aedes aegypti (aēdēs do grego “odioso” e ægypti do latim “do Egipto”). Mais conhecido como mosquito da dengue, ele pertence a uma espécie de mosquito da família Culicidae proveniente de África e que já pode ser encontrado por quase todo o mundo, com mais ocorrências nas regiões tropicais e subtropicais, sendo dependente da concentração humana no local para se estabelecer.
mosquito da dengue (Aedes aegypti) é o vector de doenças graves, como o dengue e a febre amarela, e por isso o controle de sua reprodução é considerado assunto de saúde pública.
Aedes aegypti é um mosquito que se encontra ativo e pica durante o dia, ao contrário do Anopheles, vector da malária, que tem atividade crepuscular (durante o amanhecer ou anoitecer) tendo como vítima preferencial o homem.
Mosquito da Dengue
O mosquito da dengue tem cerca de 0,5 cm de comprimento, é preto com pequenos riscos brancos no dorso, na cabeça e nas pernas e suas asas são translúcidas. (Imagem: Emílio Goeldi)
De difícil controle, já que seus ovos são muito resistentes e sobrevivem vários meses até que a chegada de água propicia a incubação, o mosquito da dengue deposita seus ovos em diversos locais e rapidamente se transformam em larvas, que dão origem às pupas, das quais surge o adulto. Assim como na maioria dos demais mosquitos, somente as fêmeas se alimentam de sangue para a maturação de seus ovos; os machos se alimentam apenas substâncias vegetais e açucaradas.
Os ovos dos mosquitos são depositados normalmente em áreas urbanas, em locais com pequenas quantidades de água limpa, sem a presença de matéria orgânica em decomposição e sais. Em função disso, a água é ácida. Normalmente, eles escolhem locais que estejam sombreados e em zonas residenciais. Por isso, é importante não deixar objetos com água parada dentro de casa ou no quintal. Sem este ambiente favorável, o aedes aegypti não consegue se reproduzir. Ver formas de 
Ciclo Mosquito da Dengue (Aedes Aegypti)
Ciclo Mosquito da Dengue (Aedes Aegypti)
mosquito da dengue pode ser encontrado nas regiões tropicais de África e da América do Sul, chegando à Ilha da Madeira, em Portugal e ao estado da Flórida nos Estados Unidos da América. Nesta área, a presença do mosquito está diminuindo em virtude da competição com outra espécie do mesmo gênero, o Aedes albopictus. Porém o A. albopictus também é um vetor da dengue, bem como de vários tipos de encefalite equina. A competição entre as duas espécies ocorre devido ao fato de a fêmea do A. aegypti se acasalar tanto com o macho de sua espécie quanto com o macho do A. albopictus que é mais agressivo e, sendo de outra espécie, gera ovos inférteis, reduzindo assim a população de A. aegypti. No Brasil, o único mosquito que transmite a dengue é o A.aegypti.
O mosquito da dengue (Aedes aegypti) é sensível a repelentes baseados no composto N,N-dietilmetatoluamida.
A dengue é transmitida pela fêmea do Aedes Aegypti. Seu ciclo de reprodução do ovo-ovo é de 10 dias.  Quando o mosquito nasce, ela passa por quatro estágios de crescimento, que podem durar oito dias no total. Depois ela se transforma em pupa, estágio que dura, aproximadamente, dois dias. Depois de sair da pupa, o mosquito adulto já pode se reproduzir e botar ovos, quando o ciclo se reinicia.

Classificação
  • Ramo: Arthropoda (pés articulados);
  • Classe: Hexapoda (três pares de patas);
  • Ordem: Diptera (um par de asas anterior funcional e um par posterior transformado em halteres);Família: Culicidae; Gênero: Aedes.

mosquito da dengue (Aedes Aegypti)  é menor que os mosquitos comuns, tem, em média, 0,5 cm de comprimento. Ele é preto com pequenos riscos brancos no dorso, na cabeça e nas pernas. Suas asas são translúcidas e o ruído que produzem é praticamente inaudível ao ser humano.
O macho alimenta-se de frutas ou outros vegetais adocicados. Já as fêmeas se alimentam de sangue animal, principalmente humano. É no momento que está retirando o sangue que a fêmea contaminada transmite o vírus da dengue para o ser humano. Na picada, ela aplica uma substância anestésica, fazendo com que não haja dor na picada.
As fêmeas costumam picar o ser humano no começo da manhã ou no final da tarde. Picam nas regiões dos pés, tornozelos e pernas. Isto ocorre, pois costumam voar a uma altura máxima de meio metro do solo.
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