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sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Vida de mosquito Aedes aegypti

Conheça as fases de vida dos transmissores da dengue.
 Aedes aegypti 

A fêmea adulta do Aedes aegypti põe ovos
principalmente em recipientes artificiais
com água limpa e estagnada em ambientes domésticos.
Ovos de Aedes aegypti. As fêmeas adultas
depositam entre 5 e 200 ovos na água.
Uma larva quebra a casca do ovo. As larvas
se desenvolvem na água e se tornam pupas.
As pupas de Aedes aegypti vivem na água, em recipientes
feitos pelo homem e em ambientes domésticos.
As larvas de Aedes aegypti passam por quatro estágios de desenvolvimento. Em condições ideais, o processo leva 7 dias.
Aedes aegypti adulto se alimentando.
Seu abdome está cheio de sangue.
Fêmea adulta de Aedes aegypti,
vetor do vírus da dengue, picando uma pessoa.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

No RN, 40 cidades possuem risco muito alto de epidemia de DENGUE



O Mapa de Vulnerabilidade para ocorrência da dengue no Rio Grande do Norte, emitido pelas subcoordenadorias de Vigilância Epidemiológica (Suvige) e Ambiental (Suvam) da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), apresenta um panorama da doença no Estado. Quarenta municípios apresentam risco muito alto para epidemia de dengue em 2012.

O documento é produzido com base nos critérios da incidência da doença nos últimos dez anos, índice de infestação e densidade populacional, além de apresentar as áreas de risco de epidemia de dengue nos 167 municípios do RN.

Também foi confirmado pelas subcoordenadorias, através do Laboratório Central Dr. Almino Fernandes/LACEN, dois casos de dengue causado pelo sorotipo 4, sendo um no município de Alexandria e outro em Guamaré. 


CIDADES COM RISCO MUITO ALTO DE EPIDEMIA DE DENGUE

Os municípios com risco muito alto de epidemia em 2012 são: Macau, Guamaré, Pedro Avelino, São Miguel do Gostoso, Parazinho, João Câmara, Pureza, Maxaranguape, Taipú, Ceará-Mirim, Caiçara do Rio do Vento, Bento Fernandes, Santa Maria, São Gonçalo do Amarante, Natal Parnamirim, São Paulo do Potengi, Macaíba, São José do Mipibu, Serra Caiada, Lagoa de Velhos, Sítio Novo, Santa Cruz, Campo Redondo, São José do Campestre, Japi, Jaçanã, Tenente Laurentino, Acari, Carnaúba dos Dantas, Jardim do Seridó, Ouro Branco, Santana do Seridó, Parelhas, Messias Targino, Viçosa, Pau dos Ferros, Rafael Fernandes, São Miguel e Paraná.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

COORDENAÇÃO DE ENDEMIAS COMEÇA O INQUÉRITO SOROLÓGICO CANINO


Agentes de Endemias da Secretaria Municipal de Saúde de Ielmo Marinho estão realizando o Inquérito Sorológico Canino para monitorar áreas de risco de transmissão da Leishmaniose Visceral, “O Calazar.” O trabalho está sendo realizado na Cidade.

De acordo com Damião Freire, Coordenador de Endemias, o trabalho consiste na coleta de amostras de sangue dos cães para diagnosticar se o animal está doente. O objetivo desta ação é fazer o controle dos reservatórios domésticos, já que na área urbana o cão é a principal fonte de infecção.

Segundo o Secretário de Saúde, Renato Alves Bezerra, o trabalho  consiste também, em manter a vigilância no município.

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

COORDENAÇÃO DE ENDEMIAS INSTALA PRIMEIRAS ARMADILHAS DE 2012


A Coordenação de Endemias de Ielmo Marinho iniciou nos primeiros dias de janeiro deste ano a instalação de armadilhas, em pontos estratégicos, para ajudarem na prestação de vigilância, controle e combate a dengue.
Tal instalação auxilia na diminuição de focos do mosquito transmissor da dengue como iniciativa para a diminuição dos casos de dengue no município.
Essa iniciativa é base de um plano de controle de infestação do mosquito onde espera-se fazer a instalação inicial de aproximadamente 100 armadilhas com esse mesmo fim. 

TRABALHO E DEDICAÇÃO AO POVO IELMOMARINHENSE

 
Gilberto Alexandre e Luiz Júnior , agentes de endemias.
A Coordenação de Endemias junto a Secretaria Municipal de Saúde de Ielmo Marinho parabeniza e bonifica o reconhecimento do trabalho de dois Agentes de Endemias pela sua dedicação e empenho no trabalho executado a população do município.
Demonstrando empenho, obediência e dedicação, Luiz Júnior Santiago de Oliveira e Gilberto Alexandre da Silva se destacaram na prestação do serviço de vigilância e combate às endemias.
Como agentes de campo, sempre se empenharam para que as atividades fossem feitas plena e corretamente seguindo as normas necessárias para a sua realização.
A Coordenação de Endemias e o Secretário de Saúde ficam felizes e agradecem desde já a colaboração e também por poder contar com funcionários que se doam de verdade às causas da nossa população, diz Renato Alves, secretário de saúde.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Sábado 03 de Dezembro foi feita a Vacinação Antirrábica em Cães e Gatos no Povoado de Canto de Moça com grande participação da comunidade trazendo seu animal para vacinar. 
Equipe de Vacinação com o Vereador  Leto 

O dono do animal com a caderneta de vacinação


Equipe de Vacinação a esquerda da foto: José Carlos, Severino Fabrício e Manoel Messias
Equipe de Vacinação a esquerda da foto: José Carlos, Severino Fabrício e Damião da Costa Freire



















quinta-feira, 24 de novembro de 2011

SÁBADO É O DIA "D" DE VACINAÇÃO ANTIRRÁBICA EM IELMO MARINHO

COMUNICADO IMPORTANTE:

A SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE CONVIDA TODA À POPULAÇÃO QUE TEM SEU ANIMAL DE ESTIMAÇÃO, SENDO ELE CÃO OU GATO, PARA A VACINAÇÃO CONTRA RAIVA QUE SERÁ REALIZADA NO DIA 26 DE NOVEMBRO, SÁBADO, AQUI EM IELMO MARINHO E NA LOCALIDADE DE UMARI.


PARA UM MELHOR ACESSO À POPULAÇÃO OS PONTOS DE VACINAÇÃO SERÃO: 


CIDADE:  NA FRENTE DA SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE E 
CIDADE: NA FRENTE DA ESCOLA MUNICIPAL SENADOR JESSÉ PINTO FREIRE
LOCALIDADE DE UMARI: NA FRENTE DA ESCOLA MUNICIPAL COSTA E SILVA.

A VACINAÇÃO TERÁ INÍCIO A PARTIR DAS 07:00 HORAS DA MANHÃ E VAI ATÉ AS 17:00 HORAS.

TRAGA O CARTÃO DE VACINA DO SEU ANIMAL, CONTAMOS COM SUA COLABORAÇÃO...NÃO DEIXE SEU CACHORRO OU GATO  COM RAIVA...VACINE SEU MELHOR AMIGO...!!!!!!!

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Coordenação de Endemias inicia Campanha de Vacinação Antirrábica Canina e Felina nesta quinta-feira
  
A Secretaria Municipal de Saude de Ielmo Marinho, por meio da Coordenação de Endemias, realizará a Campanha de Vacinação Antirrábica Canina e Felina a partir desta quinta-feira (10) até 10 de dezembro, sendo o dia "D" 26 de novembro na Sede do Município. A população a ser vacinada é de 4.860 animais, sendo 2.937 cães e 1.923 gatos.

A meta de Ielmo Marinho é vacinar no mínimo 80% dos cães estimados. Para alcançar esse percentual, deverão ser vacinados 3.888 Animais.

A campanha antirrabica acontece anualmente para prevenir a Raiva no homem e a estratégia é vacinar o cão e o gato, animais que vivem junto com a família e fazem parte da sociedade, mas são transmissores do vírus rábico, que este ano já matou pessoas e animais no RN.

Programação nas Localidades

Assentamento Roseli Nunes - Dia:10/11 
Fazenda Nova - Dia:10/11
Nova Descoberta - Dia:16 à 17/11
Lagoa de Dentro - Dia:18/11
Jacare  - Dia:18/11
Chã de Moreno - Dia:21/11 
Boa Vista Pov - Dia: 22/11
Boa Vista Faz - Dia: 22/11
Oiticica  - Dia: 23/11
Telha  - Dia: 23/11
Pacavira  - Dia: 24/11
Alegria  - Dia: 25/11
Cidade - Dia:26/11
Agrovila Lagoa Nova 2 - Dia: 28/11
Lages - Dia: 28/11
Pororoca - Dia: 29/11
Serrote Coberto - Dia: 29/11
Lagoa de Umari Pov - Dia:30 à 01 /11
Lagoa de Umari Faz - Dia: 02/11
Canto de Moça - Dia: 03/12
Riacho Salgado - Dia: 05/12
Associação Ramada 1 - Dia: 06/12
Associação Ramada 2   - Dia: 06/12
Associação Ramada 4  - Dia:06/12
Associação Ramada 5  - Dia:06/12
Agrovila São Sebastião 4 - Dia:07/12
Associação Marcalhado 3 - Dia:07/12
Agrovila São Sebastião 3 - Dia:08/12
Associação Marcalhado 2 - Dia:06/12
Tamuata - Dia:06/12
Papagaio  - Dia:06/12
Quermissol - Dia:06/12


terça-feira, 25 de outubro de 2011

Fiocruz vai testar vacina contra dengue em três capitais ainda este ano

A vacina contra a dengue produzida pela Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) estará no mercado no prazo de cinco anos, anunciou nesta quarta-feira (20) o presidente da instituição, Paulo Gadelha.

A primeira fase clínica começa ainda este ano e será realizada em três capitais brasileiras, Salvador, Fortaleza e Manaus, com uma população ainda reduzida,de cerca de 100 pessoas.
“Se tudo der certo, a expectativa é que no prazo de até cinco anos essa vacina seja aprovada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para ser usada no público”, afirmou Gadelha em entrevista ao UOL Ciência e Saúde. A vacina da Fiocruz é desenvolvida em parceria com o laboratório GSK (Glaxo SmithKline).
Segundo Gadelha, o objetivo é desenvolver uma vacina que imunize contra os quatro sorotipos da doença. “Esse é o maior desafio”, ressaltou.
A produção de vacinas é uma das áreas mais bem consolidadas do SUS (Sistema Único de Saúde), relatou Gadelha. “A imunização gratuita é considerada no Brasil o maior sucesso”.
O rol de vacinas produzidas pela Fiocruz é grande, além das tradicionais como a poliomielite, difteria, coqueluche, tétano, foi também introduzida o rotavirus, meningite, influenza e peneumococos.
Assim como o desenvolvimento da vacina contra a dengue, a Fiocruz tem se lançado ao desenvolvimento de pesquisas para a ancilostomose (Amarelão), em parceria com o Instituto Sabin, em Washington, e contra a leishmaniose.
Concorrente

O laboratório Sanofi Pasteur anunciou na última terça-feira o início da segunda etapa no Brasil de uma pesquisa global para o desenvolvimento de uma vacina para os quatro tipos de dengue.
O estudo, realizado em cinco Estados (Espírito Santo, Goiás, Ceará, Mato Grosso do Sul e Rio Grande do Norte), começou em agosto. Os efeitos da vacina serão analisados em cerca de 900 crianças e jovens.
A primeira etapa, chamada estudo de segurança, analisa os efeitos colaterais da imunização e teve início em 2010 no país.
O laboratório está desenvolvendo uma vacina de três doses, com seis meses de intervalo. Ela deve ser eficaz em pelo menos 70% dos casos para ser aprovada. Segundo o diretor da pesquisa, Pedro Garbes, os resultados saem em quatro anos.
* Com informações da Folha Online
Fonte: Portal SMS

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Tecnologia no combate à dengue: aplicativo para celular dá dicas para combater a doença


Diversão e combate à dengue. Estas duas coisas estão juntas no projeto desenvolvido pelo Instituto Nokia de Tecnologia (INdT), em cooperação técnica com a Universidade Federal do Amazonas(UFAM), o jogo para celular Dengue Combate. O aplicativo – disponível gratuitamente na loja de aplicativos da Nokia – traz dicas sobre como se prevenir contra o ataque dos mosquitos. Um exemplo de como a tecnologia pode ajudar na conscientização e no combate à dengue. Para saber mais sobre a iniciativa, o Rio Contra Dengue entrevistou Luciana Souza, gerente de programas e sustentabilidade da Nokia, e Allan Bezerra, pesquisador do INdT. Confira!
Rio Contra Dengue: Como surgiu a ideia de criar o jogo Dengue Combate? O que levou ao desenvolvimento de um aplicativo sobre a dengue?
Luciana Souza: O projeto não é uma atividade extracurricular obrigatória para os alunos da UFAM. Para os estudantes de graduação é importante participar de iniciativas dessa natureza porque eles têm a chance de ultrapassar as fronteiras da universidade, passando pela pesquisa e chegando ao mercado. Além disso, os alunos interagem com institutos de pesquisa e desenvolvem competências que não constam no currículo do curso na universidade e participam de empreendimentos que podem chegar ao usuário final. Os alunos do projeto de cooperação tecnológica da UFAM tiveram a ideia de criar um aplicativo que abordasse o tema de combate ao mosquito da Dengue. Todos os anos lemos notícias sobre surtos de dengue nas cidades brasileiras. A criação do jogo foi uma forma inovadora de contribuirmos com a necessidade de alertar a população sobre a incidência do mosquito. Por isso a ideia de um jogo para celular.
RCD: Como foi o desenvolvimento e como ele funciona?
Allan Bezerra: O jogo foi desenvolvido em cerca de um mês por um grupo de 5 alunos do projeto com acompanhamento do INdT. Jogá-lo é muito simples: cada vez que a pessoa acerta os mosquitos em seus locais de proliferação, o jogador soma pontos. Mas, é preciso tomar cuidado para não ser “picado”, pois, conforme isso se repete, os sintomas da doença começam a aparecer na tela do celular. O aplicativo é um jogo onde o usuário deve eliminar os mosquitos para evitar que o mesmo se multiplique e infeste a população. O cenário do jogo remete a vida urbana e ao acúmulo de água parada em recipientes, local onde o mosquito se reproduz. Ao final do jogo o usuário recebe informações sobre o mosquito e dicas de como combatê-lo.
RCD: Qual o público-alvo? Por quê?
Luciana Souza: O público-alvo são crianças, jovens e adultos, porque entendemos que o combate ao mosquito é preocupação e dever de toda a população.
RCD: Em sua opinião, de que forma um jogo pode ajudar no controle da dengue? Como ele pode estimular as pessoas a participarem, de forma prática, da prevenção da doença?
Allan Bezerra: De forma lúdica, jogando, o usuário é levado a combater o mosquito, recebe informações sobre ele, como combatê-lo e ainda se diverte. A intuitividade e simplicidade do jogo o torna possível de ser utilizado por pessoas de qualquer faixa etária. Consideramos o jogo um meio de estímulo à mudança ou criação de comportamentos. Dessa forma, após o uso do jogo a ideia é que o usuário venha a ter na vida real a mesma atitude que teve durante o jogo.
RCD: Este é um exemplo de como a tecnologia pode ajudar no combate à dengue. Em sua opinião, a tecnologia poderia ser mais utilizada do que é atualmente?
Allan Bezerra: Certamente. Em projetos como esse, ideias de simples execução podem ser construídas e disponibilizadas de forma gratuita a população. Consideramos um aplicativo como esse de utilidade pública, pois contribui para melhorar a qualidade de vida das pessoas.
RCD: Há outros projetos relacionados à dengue sendo desenvolvidos? Quais?
Allan Bezerra: No momento não. Os alunos são estimulados a desenvolver projetos que conscientizem o usuário sobre temas que abordem o desenvolvimento sustentável. Então os aplicativos abordam questões como coleta seletiva, ecoturismo, compra de frutas típicas da estação, uso consciente de combustível, combate ao desmatamento etc. Com relação ao combate à dengue, o INdT desenvolveu em outro projeto o aplicativo Nokia Data Gathering. O Nokia Data Gathering (Nokia Coleta de Dados), um software para ajudar o setor público e ONGs a coletarem dados de maneira rápida e eficaz.
Clique aqui para acessar a loja de aplicativos da Nokia e baixar o jogo Dengue Combate

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Primavera: prevenção na estação das flores

Talvez você ainda não tenha percebido, mas os dias já começaram a ficar mais longos e a temperatura, gradativamente, está aumentando. São os sinais da primavera que começou na última sexta-feira, 23 de setembro. Conhecida como estação das flores, ela marca a transição do inverno para o verão e, por isso, mesmo, é momento de intensificar as medidas de prevenção e controle da dengue.
Prevenção, você sabe, combina com as quatro estações do ano, mas é na primavera que a atenção deve ser redobrada. Afinal, ela indica a aproximação do verão, que é quando os casos de dengue costumam aumentar. Como não adianta deixar para se prevenir somente quando o mês de dezembro chegar, este é o momento de agir, evitando a proliferação do mosquito transmissor da doença.
Para isso, é fundamental eliminar a água parada, que é o meio propício para a reprodução do Aedes aegypti. Mas, atenção, os ovos do mosquito podem sobreviver até um ano em ambiente seco! Se o recipiente em que os ovos tiverem sido depositados – uma garrafa, uma lata, um pneu ou uma calha, por exemplo – não forem bem lavados, o ovo ficará ali, esperando pela água para poder eclodir.
Portanto, limpe o que deve ser limpo, feche o que pode ser fechado, retire recipientes abertos de locais descobertos e verifique caixas d’água, cisternas e poços. São atitudes simples, mas fundamentais. Principalmente agora, na primavera. Afinal, a chegada do calor indica, também, a aproximação do período de chuvas. A partir de agora o perigo aumenta, portanto, o momento é de agir!
Para ajudar, a Coordenação de Endemias de Ielmo Marinho listou algumas dicas. Confira!
  • Coloque areia nos pratos de vasos de plantas.
  • Lave, com escova e sabão, tanques e utensílios utilizados para armazenar água.
  • Mantenha a caixa d'água fechada com uma tampa adequada.
  • Mantenha o saco de lixo bem fechado e fora do alcance de animais até o recolhimento pelo serviço de limpeza urbana. Não jogue o lixo em terrenos baldios.
  • Mantenha pneus velhos em local coberto, abrigados da chuva.
  • Não deixe a água da chuva acumulada sobre a laje e remova folhas, galhos e tudo que possa impedir a água de correr pelas calhas.
  • Verifique se há entupimento nos ralos e, se não for utilizá-los, mantenha-os vedados.
  • Coloque areia ou cimento em cacos de vidro no muro.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Entenda como o vírus da dengue se comporta


Causada por vírus, a dengue é uma doença séria. Por isso, diante de sintomas como febre, dor de cabeça e dores no corpo, é preciso procurar logo um médico. Certamente você já ouviu isso, mas será que você sabe por que esta infecção viral pode se transformar em algo tão grave? Para responder a esta pergunta é preciso entender como o vírus age no organismo, como é transmitido e como se multiplica.
Classificado como um arbovírus – se transmite aos humanos através de insetos –, o vírus da dengue pertence à família Flaviviridae, a mesma do vírus da febre amarela. Ele se divide em quatro sorotipos: DENV-1, DENV-2, DENV-3 e DENV-4. Os quatro sorotipos causam os mesmos sintomas, podem provocar tanto a forma clássica da doença quanto formas mais graves e, portanto, devem ser tratados da mesma maneira.
Embora existam relatos da doença desde meados do século XIX e início do século XX no Brasil, a circulação dos vírus dengue só foi comprovada laboratorialmente em 1982, quando foram isolados os sorotipos DENV-1 e DENV-4, em Boa Vista. Após isso, o país ficou quatro anos sem notificações da doença, até que em 1986 o DENV-1 foi isolado no Estado do Rio de Janeiro, causando epidemia e dispersão para diversas regiões do Brasil.
Em seguida, com a introdução do DENV-2, também no Rio de Janeiro, apareceram os primeiros casos graves da doença. Em janeiro de 2001, foi isolado o DENV-3 no município de Nova Iguaçu, no Rio de Janeiro. Em 2010, o DENV-4 foi isolado a partir de casos detectados no estado de Roraima e no Amazonas e este ano foram confirmados casos de dengue causados pelo sorotipo 4 na cidade de Niterói, também no Rio de Janeiro.
Independentemente do sorotipo, o ciclo do vírus começa quando o mosquito Aedes aegypti, vetor da doença, pica uma pessoa infectada. No mosquito o vírus multiplica-se no intestino e passa para outros órgãos, como ovários, tecido nervoso e, finalmente, glândulas salivares. Quando isso ocorre, o mosquito passa a transmitir o vírus. Do momento em que pica o primeiro doente até tornar-se transmissor da doença, passam-se de oito a 12 dias e, uma vez infectado o mosquito é capaz de transmitir enquanto viver.
No ser humano, após a picada do mosquito, inicia-se o ciclo de replicação viral e a seguir ocorre a viremia, com a disseminação do vírus no organismo do doente. Os primeiros sintomas como febre, dor de cabeça e mal-estar surgem após um período de incubação que pode variar de dois a dez dias. Durante a multiplicação do vírus, formam-se substâncias que agridem as paredes dos vasos sanguíneos, originando perda de líquido (plasma). Além disso, há uma diminuição da circulação de plaquetas (plaquetopenia) e um aumento da concentração do sangue (hemoconcentração).
As duas alterações podem ser identificadas por meio de um exame de sangue, o hemograma. Mas é preciso ficar atento. Se a perda de líquido, por exemplo, acontecer muito rapidamente e estiver aliada à diminuição de plaquetas, podem originar-se sérios distúrbios no sistema circulatório como hemorragias e queda da pressão arterial (choque). Por isso, é preciso atenção mesmo que não haja alterações laboratoriais características de dengue grave.
Vômitos muito frequentes, dor abdominal importante, tonturas e hemorragias são sinais de alerta. Além, claro, do histórico de saúde do doente. Condições prévias como dengue anterior, hipertensão arterial, diabetes, asma brônquica e outras doenças respiratórias crônicas graves podem agravar a doença. A doença persiste entre oito e 15 dias, até que o sistema imunológico destrua o vírus. Uma vez infectada por um dos sorotipos do vírus, a pessoa adquire imunidade para aquele sorotipo especifico.
Como, até o momento, não há vacina contra o vírus, a melhor forma de se proteger é a prevenção. Ou seja, evitar que o Aedes aegypti se prolifere. Para impedir que o mosquito se desenvolva é preciso eliminar os seus criadouros, ou seja, as águas paradas. Não havendo água parada, as fêmeas não têm um lugar adequado para que seus ovos se desenvolvam e, desta forma, a população de mosquitos adultos vai sendo reduzida até não representar mais perigo.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011


Prevenção: qual a sua responsabilidade no combate à dengue?



Qual sua responsabilidade na prevenção e no combate à dengue? Você já parou para pensar? Se ainda não fez isso, está mais do que na hora! O Aedes aegypti, transmissor da dengue, é um mosquito urbano, que tem hábitos domésticos. Por isso, as ações para eliminar focos e, consequentemente, prevenir surtos da doença, dependem do empenho de toda a população e devem ser feitas durante todo o ano.
Mesmo que os casos de dengue sejam mais frequentes e numerosos durante os meses quentes e úmidos do verão, para o Aedes aegypti não faz muita diferença a estação. Os ovos dele podem sobreviver até um ano em ambiente seco esperando o momento em que, em contato com a água, a larva possa eclodir e dar origem a um novo mosquito. Portanto, a prevenção à doença deve fazer parte da rotina.
Se cada morador de uma rua, de um bairro e de uma cidade fizer a sua parte, mantendo sua residência livre de depósitos que possam acumular água e servir de criadouro para o mosquito, certamente o controle do Aedes aegypti será mais efetivo. Como a única coisa que pode, de verdade, evitar uma epidemia de dengue é manter os níveis da população do vetor baixo, mãos à obra já!
O primeiro passo é manter atenção constante com a água parada, já que este é o meio propício para a reprodução do mosquito transmissor da dengue. Não havendo água parada, as fêmeas não têm um lugar adequado para que seus ovos se desenvolvam, diminuindo, consequentemente, a população de mosquitos adultos e também a possibilidade de uma epidemia da doença.
Então, limpe o que deve ser limpo, feche o que pode ser fechado, retire recipientes abertos de locais descobertos e verifique caixas d’água, cisternas e poços. Para ajudá-lo a evitar que depois do inverno os casos de dengue aumentem junto com as temperaturas, o Rio Contra Dengue preparou algumas dicas. Confira, coloque em prática e assuma a sua responsabilidade na prevenção e no combate à dengue!
  • Cheque calhas, declives no terreno, possíveis ralos entupidos etc. Como qualquer lugar em que possa haver acúmulo de água é propício para o mosquito da dengue, verifique estes locais e não se esqueça de retirar recipientes abertos de locais descobertos.
  • Atenção especial a caixas d’água, cisternas, poços e qualquer outro depósito de água. Mais que tampá-los, é importante verificar se eles estão bem vedados, para que o mosquito não consiga passar.
  • Se você tem plantas em casa, não se esqueça de colocar areia nos pratos dos vasos ou de removê-los para que não acumulem água.
  • Vasos sanitários e ralos de banheiros devem ficar fechados. Piscinas, quando não forem utilizadas, devem ser esvaziadas.
  • Acondicione corretamente o lixo. Mantenha as latas fechadas e quando for separá-lo para ser recolhido pelos serviços de limpeza urbana feche bem os sacos. Além disso, mantenha-o longe de animais.

segunda-feira, 15 de agosto de 2011


Aedes aegypti: conhecer para combater




Perigoso e oportunista. Assim pode ser definido o Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue. O perigo, claro, vem do fato de ele ser o vetor da doença. Já o oportunismo pode ser explicado por seus hábitos. Ele é um mosquito doméstico, que vive dentro ou ao redor de domicílios e locais frequentados por pessoas. Tem hábitos preferencialmente diurnos e alimenta-se de sangue humano, sobretudo ao amanhecer e ao entardecer, mas, oportunista como é, também pode picar à noite.
Por ser um mosquito que vive perto do homem, sua presença é mais comum em áreas urbanas e a infestação é mais intensa em regiões com alta densidade populacional e em locais de ocupação desordenada. Nestes espaços as fêmeas encontram mais facilmente alimentação e locais para desovar. Por falar em desova, temperaturas elevadas e chuvas são fatores que propiciam a eclosão dos ovos. Por isso a infestação do mosquito é mais intensa no verão.
Isso, no entanto, não significa que o perigo esteja restrito a uma única estação. Não está! Para evitar a infestação do Aedes aegypti, é preciso adotar medidas permanentes de controle. Como o mosquito tem hábitos domésticos, as ações preventivas de eliminação de focos dependem do empenho da população e devem ser feitas durante todo o ano. É preciso atenção com grandes reservatórios – caixas d’água, galões e tonéis – e também com pequenos – vasos de plantas, calhas, garrafas, lixo e bandejas de ar-condicionado, entre outros.
Uma fêmea pode dar origem a 1.500 mosquitos durante a sua vida. Os ovos são distribuídos por diversos criadouros para garantir a dispersão e preservação da espécie e adquirem resistência ao ressecamento apenas 15h após a postura. A partir de então, eles podem, segundo estudos, resistir até 450 dias em um local seco. Esta resistência é uma grande vantagem para o mosquito, pois permite que os ovos sobrevivam por muitos meses até que um período chuvoso e quente propicie a eclosão.
Além disso, esta resistência do Aedes aegypti a longos períodos secos permite, também, que os ovos possam ser transportados de um lugar para outro, mesmo que distantes, dentro dos recipientes em que foram depositados. Esse aspecto importante do ciclo de vida do mosquito demonstra e confirma a necessidade do combate constante aos criadouros, em todas as estações do ano. Para ajudá-lo, o Rio Contra Dengue preparou algumas dicas. Confira e coloque em prática!
  • Cheque calhas, declives no terreno, possíveis ralos entupidos etc. Como qualquer lugar em que possa haver acúmulo de água é propício para o mosquito da dengue, verifique estes locais e não se esqueça de retirar recipientes abertos de locais descobertos.
  • Atenção especial a caixas d’água, cisternas, poços e qualquer outro depósito de água. Mais que tampá-los, é importante verificar se eles estão bem vedados, para que o mosquito não consiga passar.
  • Se você tem plantas em casa, não se esqueça de colocar areia nos pratos dos vasos ou de removê-los para que não acumulem água.
  • Vasos sanitários e ralos de banheiros devem ficar fechados. Piscinas, quando não forem utilizadas, devem ser esvaziadas.
  • Acondicione corretamente o lixo. Mantenha as latas fechadas e quando for separá-lo para ser recolhido pelos serviços de limpeza urbana feche bem os sacos. Além disso, mantenha-o longe de animais.
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